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O Griffin

É uma lendária criatura com o corpo de um leão e a cabeça e as asas de uma águia. Como o leão é tradicionalmente considerado o rei dos animais e a águia a rainha das aves, o griffin foi criado para ser uma poderosa e majestosa criatura.

A maioria das ilustrações contemporâneas, dão ao griffin as patas dianteiras de uma águia, e as patas traseiras de um leão. É convencionalmente dotada de proeminentes orelhas, que são muitas vezes alongadas (como as de um cavalo) e são, por vezes, de penas. Alguns autores descrevem seu rabo como uma serpente, na forma de uma quimera.

Fazia seu ninho perto de tesouros e punha ovos de ouro sobre ninhos também de ouro, outros ovos são freqüentemente descritos como sendo de ágata.
Na grécia acreditava-se que viviam perto dos hiperbóreos e pertenciam a zeus. De acordo com a tradição da mitologia grega, os hiperbóreos eram um povo mítico vivendo no extremo norte da grécia, era perfeita, com o sol resplandecente 24 horas por dia. Exclusivamente entre os olímpios, apenas Apolo era venerado pelos hiperbóreos: o deus passava os invernos junto a esse povo. O griffin também era considerado como um animal do sol e puxava a carruagem de Apolo por todo o céu.

O que impressiona no tocante à hiperbórea é que a região era uma das muitas terras incógnitas nos mundos grego e romano antigos, onde relatam que ali as pessoas atingiam idades de mil anos e gozavam de vidas permeadas de completa felicidade. Além disso, dizia-se que o sol nascia e punha-se apenas uma vez ao ano na hiperbórea. Ali haviam quantidades maciças de ouro, guardadas pelos griffins.

Assim como outras lendas dessa natureza, alguns detalhes podem ser conciliados com o conhecimento moderno. Acima do círculo ártico, do período do equinócio da primavera até o período do equinócio de outono, o sol brilha durante 24 horas por dia (chamado de "sol da meia noite" - tal fenômeno pode ser visto na parte norte da suécia, noruega e finlândia).

 

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No polo norte o sol nasce e se põe apenas uma vez ao ano - provavelmente levando à errônea conclusão de que "um dia" para pessoas residentes ali tenha a extensão de um ano, de forma que viver mil dias, portanto, signifique viver mil anos.

No antigo egito, uma criatura semelhante foi descrita, com o corpo delgado de um felino e a cabeça de um falcão, identificado como um axex. No século 9 o escritor irlandês pelo nome de stephen scotus afirmou que os griffins eram estritamente monogâmicos. Eles tinham seu companheiro por toda a vida, mas quando um parceiro morria, o outro continuava sozinho durante o resto da sua vida, nunca procuravam um novo companheiro. O griffin foi assim feito, um emblema, do ponto de vista da igreja sobre o casamento. Tratando-se de uma união de um animal terrestre e um animal aéreo, ele foi visto no cristianismo como sendo um símbolo de jesus cristo, que era simultaneamente humana e divina. Como tal, pode ser encontrado esculpidos em igrejas.

Acreditava-se que as unhas dos griffins, tinham propriedades medicinais e uma das suas penas poderia restaurar a vista aos cegos. Seus ovos (na verdade ovos de avestruz), foram altamente valorizados na era medieval.

Em tempos mais recentes, sua imagem passou a figurar em brasões pois aparentemente possui muitas virtudes e nenhum vício. O griffin simboliza um signo zodiacal, devido ao senso de justiça apurado, o fato de valorizar as artes e a inteligência, e o fato de dominar os céus e o ar, simboliza o signo de libra, a chamada balança. Também são retratados em moedas, na lira italiana que tem, entre outros desenhos, o de um griffin.

   




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